segunda-feira, 28 de março de 2011

Coma mais nozes



Um novo estudo posicionou as nozes no topo da lista das frutas oleaginosas. Neste domingo (27), durante o 24º encontro da American Chemical Society, um pesquisador apresentou uma análise mostrando que as nozes têm a melhor combinação de antioxidantes (que protegem o organismo do efeito negativo dos radicais livres) e contêm mais quantidades dessas substâncias do que qualquer outra fruta do tipo. No ranking, as nozes passaram o amendoim, amêndoas, nozes pecan, pistache e outros tipos de oleaginosas. "Um punhado de nozes contém quase duas vezes mais antioxidantes do que o equivalente de qualquer outra castanha que normalmente consumimos", afirma o autor do estudo, Joe Vinson, da Universidade de Scranton, nos Estados Unidos. Por isso, deveriam ser incluídas na dieta diária das pessoas: apenas sete nozes seriam suficientes.

Vinson observou que as oleaginosas em geral têm uma combinação incomum de benefícios nutricionais – além dos antioxidantes –, tudo embalado e já pronto para o consumo. Essas frutas contêm abundantes quantidades de proteínas de alto valor biológico que podem substituir a carne, vitaminas e minerais, fibras e não contêm leite nem glútem, que podem causar crises alérgicas. Estudos pelo mundo afora associaram o consumo regular de pequenas porções de oleaginosas ou manteiga de amendoim à redução do risco de doenças cardíacas, alguns tipos de câncer, cálculos biliares, diabetes tipo 2 e outros problemas de saúde.

Apesar das pesquisas anteriores, cientistas ainda não haviam comparado a quantidade e qualidade de antioxidantes presentes em diferentes tipos de frutas oleaginosas. Com seu estudo, Vinson preencheu essa lacuna, analisando os antioxidantes em nove tipos de frutas: nozes, amêndoas, amendoim, pistache, avelã, castanha-do-pará, castanha de caju, macadâmia e nozes pecan. As nozes têm as maiores quantidades de antioxidantes e a qualidade, ou potência, dos antioxidantes presentes nelas é melhor. Aqui, eles são de 2 a 15 vezes mais potentes que a vitamina E, conhecida por proteger o corpo dos danos naturais envolvidos em diversas doenças. Há outra vantagem em escolher as nozes como fonte de antioxidante, segundo ele. O calor usado para assar castanhas em geral reduz a qualidade dessas substâncias. E, como as pessoas normalmente comem nozes cruas, conseguem maior eficácia de seus benefícios para a saúde.
Apesar de tantas vantagens, os estudos de Vinson mostraram que elas são responsáveis apenas por 8% dos antioxidantes consumidos por dia em uma dieta tradicional. Muitas pessoas acham que essas frutas não são um alimento saudável. Outras estão preocupadas com o peso, já que elas são calóricas e ricas em gorduras. Por outro lado, elas contêm muito mais gorduras poliinsaturadas e monosaturadas do que saturadas, que entopem as artérias. Quanto às calorias, comer nozes não parece contribuir para o aumento de peso e até ajuda as pessoas a se sentirem saciadas, fazendo-as comer menos. Um estudo americano de 2009 mostrou que o consumo de nozes estava associado a uma redução significativa do risco de ganho de peso e obesidade.

Fonte: Epoca

domingo, 27 de março de 2011

Mais firmeza, menos fritura

Os erros dos pais na hora da comida – como driblar a (exasperante) recusa das crianças a alimentos saudáveis
 
O almoço e o jantar de João Francisco, de 4 anos, são sempre iguais: um prato com frango empanado e batatas, ambos industrializados, e um copo de suco de limão sem açúcar. João nunca provou uma salada e diz que não gosta de legumes crus nem cozidos. A mãe até prometeu uma viagem à Disney se o filho provasse alface. João não se comoveu. Sempre que ela oferece algo novo, ele recusa. O cheiro da comida às vezes causa nojo ao menino e, nessas ocasiões, ele é capaz de desistir até do pouco que costuma aceitar.
O comportamento de João é extremo, mas não é raro. Quase toda criança em algum momento da infância terá um período alimentar difícil, alertam os pediatras. A recusa a alimentos pode começar na transição da papinha para o alimento sólido. Em geral, piora aos 2 anos, quando o ritmo de crescimento diminui, e se torna mais crítica quando a criança percebe a importância que os pais dão ao prato de arroz com feijão. Costuma melhorar depois da fase pré-escolar, que vai até os 6 anos. Mas pode se estender até o início da adolescência. A duração e a intensidade dessa fase dependem não só do temperamento e da sensibilidade da criança, mas, sobretudo, da maneira como a família tratar essa rejeição.
Um estudo da Universidade de San Diego, publicado no mês passado, mostra que esse fenômeno da infância, chamado neofobia alimentar, pode levar a hábitos adultos pouco saudáveis. “O pai que ceder aos desejos do filho e trocar o prato de comida por um sanduíche abre um precedente perigoso”, diz Marilyn Jones, uma das autoras da pesquisa. “A criança passa a exigir os alimentos que prefere. Ela diz não a verduras e legumes porque quer o biscoito, o salgadinho, a mamadeira.”
Mas o que fazer se a criança diz que não quer comer salada e que detesta legumes? O principal conselho dos especialistas é não se exaltar ou chantagear a criança para que ela coma. Também não se devem substituir o arroz e o feijão pelo sanduíche ou pela batata frita. “Aceite o não de seu filho. Ele não vai ficar doente ou desnutrido por não almoçar”, afirma o pediatra nutrólogo Mauro Fisberg, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). De um modo geral, diz ele, as crianças cedem na próxima refeição. “O problema é que os pais cedem antes”, diz Fisberg. Apela-se para as trocas (“Só vai brincar se raspar o prato”) e até recompensas (“Compro o brinquedo se você comer tudo”). A refeição se torna um momento de barganhas. Num cenário como esse, como ensinar os pequenos a fazer escolhas certas?
Mães que estendem a amamentação além dos 6 meses e iniciam uma transição gradual para os alimentos sólidos costumam ter filhos com paladares mais receptivos, revelam três estudos produzidos pela Universidade da Califórnia. A predileção pelo doce, no entanto, parece ser genética. “Mas é possível moldar o paladar para se satisfazer com pouco doce”, diz Salete Brito, nutricionista do Hospital das Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Ela recomenda oferecer suco sem açúcar e evitar doces sempre que possível, especialmente até os 2 anos de idade, um momento especial da infância. A criança tende a reproduzir o padrão desse período quando for maior.
É comum os pais se preocuparem com a qualidade da alimentação dos filhos quando a criança começa a engordar ou está magra demais. Há, no entanto, um batalhão de crianças como João Francisco que crescem e engordam como recomendam os manuais, mas que não comem de forma saudável. Essas crianças podem ter problemas de colesterol alto, diabetes e até desnutrição. É o caso de Fernando Dutra, de 9 anos. Ele come de tudo. Seu peso e altura são ideais para a idade. Mas todo dia, depois do futebol, ele costumava tomar um refrigerante, comer um cachorro-quente, uma massa folhada e uma bomba de chocolate. Um exame de rotina revelou que seu colesterol está 30% acima do limite considerado saudável para sua idade. A mãe teve de rever os hábitos do menino. Hoje, depois do treino, ele come um sanduíche natural, uma barra de cereal e toma um suco. “Só pode abusar uma vez por semana”, diz a mãe, a economista Regina Dutra.
A busca por hábitos alimentares saudáveis começa com o envolvimento de toda a família. É preciso ter horários e regras para as refeições: as crianças devem saber o que vão comer, quanto podem comer e em que horários. É o que diz o manual Filhos – De 2 a 10 anos de idade, publicado neste mês pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Segundo o pediatra nutrólogo Fabio Ancona Lopez, um dos organizadores do manual, pode-se abrir exceção para um bombom de vez em quando. “A criança precisa saber que aquele bombom foge ao padrão”, diz ele. O manual ensina que deixar os doces e sanduíches para quando se come fora de casa é uma boa estratégia. E combinar com a criança as quantidades costuma dar certo.


A segunda tática é variar o modo de preparo dos alimentos. A cenoura que a criança rejeitou cozida deve ser oferecida ralada, em miniatura e também em bolinhos, em intervalos de pelo menos cinco dias. “Pais que desistem ao primeiro ‘não gosto’ cometem um erro grave”, diz a nutricionista Rita Cherutti, especialista em psicologia e comportamento alimentar. Experiências científicas mostram que se deve oferecer o mesmo alimento no mínimo 15 vezes – e só então concluir que a criança de fato não gosta dele. A tradutora Fátima Aguiar conseguiu avanços dessa forma. Sua filha, Tabata Nunes, de 5 anos, que recusava legumes, já come bolinho de cenoura e panqueca com beterraba. “Fiz uma panqueca com um tom rosa”, diz a mãe. “Eu disse que era o sanduíche da Barbie, e ela adorou.”
Quanto mais lúdica for a relação da criança com o alimento, mais chance ela terá de aceitá-lo. Vale deixá-la comer brócolis com as mãos e reservar algum momento para preparar com ela uma receita de bolo. “Deixe-a quebrar um ovo, mexer a massa e até raspar a tigela”, diz a nutricionista Suzana Franciscato. “Termine a brincadeira com um piquenique no meio da sala.” Dona de um espaço em que desenvolve atividades de culinária, ela propõe jogos e até exibe peças teatrais para as crianças. A temática é sempre alimentar. “Dar a elas informação sobre os alimentos é a única forma de garantir que façam boas escolhas no futuro”, afirma.
Os pediatras reconhecem que alimentar uma criança não é fácil. Elas manifestam vontade e opinião própria bem cedo. Mas o desafio de fazê-las comer bem se torna mais difícil à medida que os pais cedem a seus desejos. Se você está nessa fase, considere uma vitória se ela apenas experimentar. Suportar a birra e até a queixa de fome por um dia pode garantir almoços felizes no futuro.
Fonte: Epoca

quinta-feira, 24 de março de 2011

Exame pode prever diabetes até dez anos mais cedo

Um simples exame de sangue pode detectar o diabetes até dez anos antes dos primeiros sintomas da doença começarem a aparecer. De acordo com cientistas do Massachusetts General Hospital, nos Estados Unidos, para isso, basta medir simultaneamente os níveis de cinco aminoácidos presentes no sangue, o que possibilitaria determinar se uma pessoa tem mais chances de desenvolver o diabetes tipo 2. A pesquisa foi publicada no periódico científico Nature Medicine.
“A descoberta nos dá indícios de como acontecem as mudanças do metabolismo no início do processo que leva ao diabetes”, diz Thomas Wang, um dos membros da equipe de pesquisadores.
Novas tecnologias para medir os níveis do metabolismo, mensurando as pequenas moléculas produzidas pela atividade metabólica que são liberadas na corrente sanguínea, têm se tornado o caminho mais seguro para descobrir como o metabolismo de cada pessoa funciona. A técnica pode passar a valer também para exames de diabetes, uma vez que o aparecimento da doença acontece após um longo processo de falência do processo de metabolização da glicose. Com a descoberta da equipe americana, pode ser possível detectar o desenvolvimento da doença a tempo de prevenir determinadas complicação, como a cegueira.
Metabolismo - No estudo da equipe de Massachusetts, descobriu-se que a elevação da concentração dos aminoácidos isoleucina, leucina, valina, tirosina e fenilalanina estava diretamente associada ao aparecimento do diabetes tipo 2. Estudos anteriores já haviam mapeado a maioria desses aminoácidos entre pessoas obesas ou com resistência à insulina. Há evidências ainda de que eles estão diretamente associados à regulação da glicose.
Agora, contudo, os pesquisadores descobriram que medir a presença desses aminoácidos em conjunto é uma técnica mais eficaz, que pode aumentar a precisão da previsão de diabetes. No geral, pessoas que apresentam níveis altos de ao menos três dos cinco aminoácidos correm mais riscos de desenvolver a doença.
“Há vários indícios que mostram que esses aminoácidos ativam de maneira drástica um importante mecanismo do metabolismo envolvido no crescimento celular. Eles podem ainda, de alguma maneira, envenenar a mitocôndria, responsável por prover a célula de energia e sintetizar os aminoácidos”, diz Robert Gerszten, responsável pelo estudo. Segundo o médico, estudos posteriores são necessários para descobrir maneiras de interromper o processo que leva ao diabetes e, assim, evitar a doença.


Fonte: Veja

sexta-feira, 18 de março de 2011

Seguidor da paleodieta defende pontos mais polêmicos

A receita é a dieta paleolítica, combinada com exercícios físicos, suplementos proteicos e antioxidantes. "Meu médico diz que quer ser assim quando crescer."
Ele e sua família são laboratório para o livro "The New Evolution Diet".
Em entrevista à Folha, De Vany defende os pontos mais polêmicos da dieta e fala como deve ser a atividade física do homem das cavernas.
*
Folha - Comer como há 40 mil anos não é um retrocesso?
Arthur De Vany - Voltar às tradições é uma forma de evoluir. Não tento imitar a dieta dos nossos ancestrais, minha proposta é comer à semelhança deles, com alimentos modernos. Com a tecnologia que temos, podemos fazer melhor que eles.
Por que você usa suplementos? A paleodieta não basta?
Somos expostos a fontes de oxidação e inflamação às quais nossos ancestrais não eram. Antioxidantes fornecem proteção neste novo ambiente e aminoácidos ajudam a ganhar massa muscular mais rápido. A dieta dá os nutrientes essenciais, mas alguns ficam longe do ideal. A baixa exposição ao sol causa deficiência em vitamina D.
Você diz que temos que nos exercitar como animais selvagens. Como fazer isso hoje?
Jogue pedras, corra como se estivesse sendo perseguido por uma onça, brinque como criança. São movimentos naturais, em que o corpo todo é envolvido, seu músculo e sua mente são desafiados.
Passar fome faz bem?
Quem come a cada dois dias é mais magro, tem mais músculos e melhor metabolismo de gordura. Se você alimenta seu corpo constantemente, nunca queima gordura. Ficar com fome estimula o movimento, afinal, esse era o sinal para nossos antepassados saírem atrás de comida.
Para os vegetarianos, não comer carne é uma evolução...
Não é evolução, é um comportamento. Nós não evoluímos para isso.


Fonte: Folha


Uma alimentação adequada e balanceada é fundamental para uma vida saudável, não se pode esquecer!

segunda-feira, 7 de março de 2011

Estudo amplia lista de danos causados pelo diabetes

Doença aumentaria a ocorrência de derrames, tumor de fígado e mama e infecções no pulmão e nos rins, além de reduzir sobrevida de pacientes


Pesquisa publicada no periódico científico New England Journal of Medicine concluiu que o diabetes pode reduzir em até seis anos a sobrevida dos portadores da doença que já passaram dos 50 anos. O estudo, conduzido pela Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, descobriu que, no público analisado, o mal duplica a ocorrência de ataque cardíaco, derrame e tumor de fígado e aumenta em 25% os riscos de câncer de mama, além de facilitar o aparecimento de infecções e doenças no pulmão e nos rins.
Os pesquisadores ainda discutem, porém, o mecanismo que leva o diabetes a aumentar a incidência dos problemas citados. A hipótese mais provável é que o mal enfraqueça o sistema imunológico, debilitando o organismo frente à ação de microorganismos invasores. O assunto será tema de estudos futuros.
"O diabetes está relacionado a uma variedade muito ampla de ocorrências médicas", diz John Danesh, coordenador da equipe de pesquisadores. Ele afirma que o conceito que liga a doença apenas a problemas cardíacos está ultrapassado. "Para nossa surpresa, o diabetes tem muitas outras implicações à saúde."
Para empreender o estudo, os especialistas analisaram dados de 820.900 voluntários que participaram de cem estudos dos Estados Unidos e na Europa. A maioria era portadora do diabetes tipo-2, forma mais comum da doença, que leva o organismo a produzir quantidades insuficientes de insulina para o controle do açúcar no sangue – o que pode provocar danos aos nervos e vasos sanguíneos, causando problemas cardíacos.




Fonte: Veja

Abacaxi




Benefício
  • Rica fonte de vitamina C, com quantidades úteis de vitamina B6, folato, tiamina, ferro e magnésio.
Inconveniente
  • Pode causar dermatite em indivíduos sensíveis à bromelina, enzima encontrada em seu suco.
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O abacaxi, também chamado de ananás e nativo da América do Sul, hoje é cultivado nas áreas tropicais do mundo inteiro, inclusive no Brasil, Havaí, Porto Rico, México, Cuba, China, Sudeste Asiático e África do Sul. A maior parte da sua produção é vendida como fruta fresca, compota, geléias e sucos, mas pode ser encontrado congelado e seco. Embora o abacaxi possa ser encontrado o ano inteiro, o pico da safra se dá em dezembro e janeiro.
O sabor doce e levemente ácido faz do abacaxi fresco uma opção deliciosa como lanche ou sobremesa, podendo ser acrescentado às saladas de frutas, grelhado ou assado com frutos do mar, presunto, frango ou outras carnes. Com o cozimento, o abacaxi amolece, devido à quebra da celulose, um tipo de fibra que mantém a sua estrutura.
O abacaxi fresco contém bromelina, enzima semelhante à papaína dos mamões que dissolve as proteínas, sendo, portanto, um amaciador natural da carne vermelha e de aves, quando acrescentado aos ensopados escabeches. Se misturado à gelatina, é necessário que ele seja do tipo enlatado ou previamente fervido, para anular o efeito da bromelina. Caso esse procedimento não seja seguido, a gelatina (que é uma forma de proteína) não endurecerá e ficará aguada.
Uma xícara com pedaços de abacaxi fresco tem cerca de 75 calorias e fornece 25mg de vitamina C (40% da necessidade diária de um adulto). O abacaxi também é rico em fibras solúveis, o que pode ajudar a controlar os níveis de colesterol no sangue.
Na hora de comprar, procure os que têm fragrância e polpa amarelada clara ou branca. Marcas castanhas indicam  que a fruta está se estragando. Se você comprar a fruta inteira, verifique se é pesada e densa para o seu tamanho e se as folhas estão verdes.





Receita:

Mousse de Abacaxi








Ingredientes

1 abacaxi médio descascado e cortado em cubinhos
4 copos de água
2 colheres (sopa) de açúcar
2 caixinhas de gelatina sabor abacaxi
1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite sem soro

Modo de preparo

Coloque o abacaxi para cozinhar com a água e o açúcar. Deixe uns 3 minutos após levantar fervura. Separe o abacaxi da água em que foi fervido.
Coloque-o em um refratário grande. Com a água que o abacaxi foi fervido, dissolva as gelatinas, deixe esfriar e bata no liquidificador com o creme de leite e o leite condensado e despeje a mistura sobre o abacaxi. Leve a geladeira até adquirir um ponto consistente.


* Se gostar, pode bater junto umas folhinhas de hortelã.




Fontes: R. Digest
            Mais você

domingo, 6 de março de 2011

Açaí






Benefícios

  • Rica fonte de vitamina A
  • Boa fonte de minerais
Inconveniente

O consumo excessivo pode provocar uma sensação desagradável de acidez nos lábios.

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O Açaí cresce apenas na Amazônia brasileira e estudos recentes comprovam que é uma das frutas mais nutritivas do planeta. Porque? É natural, completo e puro, sem aditivos e não contém agrotóxicos.

É Rico em Proteínas, Lipídios Insaturados, Vitamina E, A e Complexo B, Fibras, Potássio, Cálcio, Fósforo, Magnésio, Zinco, Ferro e outros Minerais. Sem Gorduras Trans e Sem Glútem.

A Cor Roxa vem das Antocianinas, que são Anti-Radicais Livres.

Uma das mais ricas fontes de antioxidantes que retardam o envelhecimento precoce e melhoram a saúde da pele.

Uma sinergia de gorduras monossaturadas (Consideradas Saudáveis), Fibras Alimentares e Proteínas que Reduz o Colesterol, Promovem a Saúde Cardiovascular e Digestiva, Aterosclerose, Perda da Memória e Visão, Agem Contra Diversos Tipos de Câncer, Combatem Radicais Livres e Anemia.

Favorece ainda a Circulação do Sangue e melhora as Funções Intestinais.

As Raízes combatem a Hemorragia e Verminoses.

Comparado com Leite de Vaca:
- Mesmo teor de Proteínas e Cálcio
- 4 vezes mais Energia
- 7 vezes mais Carboidratos
- 8 vezes mais Vitaminas B1 e C
- 118 vezes mais Ferro

O Estado do Pará é o maior produtor de Açaí do mundo e na cidade de Igarapé-Mirim, o Açaí cai bem no café da manhã, no almoço e no jantar. O fruto é a base de todas as refeições e a farinha, o acompanhamento preferido. O Açaí da Amazônia conquistou também paladares em outras regiões do Brasil. Em São Paulo, Lojas Especializadas e até Padarias Chiques tem no cardápio o Suco ou o Açaí na Tigela.

O Açaí ganhou lugar de destaque nas Academias de ginástica. Quem perde muita energia nos aparelhos quer repor essa energia com suco ou uma tigela de açaí. Mas mesmo entre os que praticam atividade física fica a pergunta: afinal, Açaí engorda? “Cada 100 gramas tem em media 160 calorias, uma tigela com banana e granola chega a 500 calorias”. Mas não são só carboidratos e gorduras que o açaí tem. A fruta é rica em nutrientes.










Fonte: Revista Universo

terça-feira, 1 de março de 2011

Meu prato de cada dia!

- Arroz branco
- Tutu de feijão (ao invés de couve, aproveitei folhas de brócolis picando-as em tirinhas finas, o gosto é parecido)
- Bife acebolado grelhado
- Pimenta doce refogada
- Banana da terra grelhada
- Salada de acelga e tomate






Por, Flávia S.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Meu prato de cada dia!

Sugestão de prato simples para a cozinha do dia-a-dia.



-Arroz branco
-Feijão
-Coxinha de frango assada ao creme de cebola
-Vagem refogada
-Salada de mini cenoura e mini pepino




Por, Flávia S.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Vitamina D pode ajudar a regular açúcar no sangue de diabéticos




Consumir iogurte com quantidade extra de vitamina D pode ajudar pessoas com diabetes a regular o açúcar no sangue, segundo uma pesquisa feita no Irã.
No estudo, 90 adultos com diabetes foram divididos em três grupos. Todos recebiam iogurte todos os dias: um grupo recebia iogurte natural; outro, iogurte com dose extra de vitamina D; e o terceiro, iogurte com quantidade extra de vitamina D e cálcio.
Após de 12 semanas, "nós observamos uma melhoria relativamente notável nos níveis de açúcar no sangue em grupos que receberam mais vitamina D, em comparação ao grupo do iogurte natural" disse o coautor da pesquisa Tirang Neyestani, professor do Instituto Nacional de Pesquisa em Nutrição e Tecnologia de Alimentos do Irã.
Estudos anteriores sobre o papel da vitamina D em pacientes com diabetes não foram capazes de mostrar causa e efeito.
Na diabetes tipo 2, a forma mais comum da doença, o organismo tem dificuldade em usar a insulina para processar a glicose dos alimentos, resultando em níveis excessivos de açúcar no sangue. A vitamina D pode ajudar a regular a sensibilidade do organismo para a insulina e a possível produção de insulina pelo pâncreas.
Nos anos 80, numerosos estudos relacionaram a vitamina D a um risco menor de diabetes, porém outros autores não encontraram nenhum benefício. Um relatório recente mostrou a relação entre os níveis de vitamina D no sangue das mulheres e o risco de desenvolver diabetes tipo 2, por exemplo.
No novo estudo, 55 mulheres e 35 homens foram divididos em grupos de 30, e todos beberam seu iogurte específico duas vezes por dia. O iogurte natural continha 150 mg de cálcio, o iogurte enriquecido tinha 500 unidades internacionais (UI) de vitamina D e 150 mg de cálcio, e o iogurte fortificado duplamente continha 500 UI de vitamina D e 250 mg de cálcio.
Depois de três meses, o nível de açúcar no sangue do grupo do iogurte natural aumentou de 187 mg/dL para 203 mg/dL (miligrama por decilitro de sangue). Em ambos os grupos dos iogurtes enriquecidos, o nível de açúcar no sangue caiu de 184 mg/dL para cerca de 172 mg/dL. Níveis de açúcar no sangue acima de 126 mg/dL são considerados diabetes.
As pessoas do grupo que recebeu o iogurte fortificado perderam uma média de 2 kg a 5 kg durante o estudo, enquanto o peso do grupo do iogurte natural permaneceu o mesmo.
Embora esta diferença possa parecer pequena, ela pode ter afetado os níveis de açúcar no sangue dos participantes, disse Anastassios Pittas, professor assistente de medicina na Tufts University School of Medicine, em Boston, que não fez parte do estudo.
"A perda de peso por si só, independentemente do que ela provoca, pode melhorar o diabetes", explicou.
Também é importante ressaltar que a vitamina D foi dada no iogurte, em vez de como um complemento. Tomar a vitamina por si só pode produzir resultados diferentes, segundo o professor.
"Iogurte contém probióticos, bactérias boas que nos ajudam a digerir os alimentos, e há alguns indícios de que também possam ser importantes para diabetes", explicou Pittas.
O estudo, publicado no "American Journal of Clinical Nutrition", foi financiado pelo Instituto Nacional de Pesquisa em Nutrição e Tecnologia de Alimentos do Irã. O iogurte foi doado pelas indústrias de laticínios do país e substituiu a quantidade equivalente de leite na dieta dos participantes.
Pessoas com diabetes tipo 2 devem seguir a atual recomendação do Instituto de Medicina de 600 IU de vitamina D por dia, Pittas disse.
O estudo é "um pouco bom demais para ser verdade", acrescentou ele, mas "fornece evidências adicionais para estudos de longo prazo. Eu ainda não diria que todos nós deveríamos tomar iogurte com vitamina."


Fonte: Folha