quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Cozinha Ecológica

 
 
O óleo de cozinha, quando descartado de maneira consciente, pode ser reciclado e utilizado na produção de tintas e vernizes.
O despejo irregular do óleo de fritura no meio ambiente pode contaminar solo, rios, lagos e comprometer a vida de espécies marinhas e plantas. Segundo informações de especialistas, 1 litro de óleo descartado irregularmente poderá prejudicar até 25 mil litros de água.

A educadora ambiental Sonia D. Oliveira* explica que jogar óleo nos ralos também provoca entupimentos nas instalações internas e nas próprias redes de coleta de esgotos. “O óleo jogado indevidamente nos ralos, aglutina-se na rede coletora podendo causar entupimento”.

“A Sabesp, Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, fomenta uma série de campanhas de conscientização e promove coleta de óleo e divulgação em áreas públicas de grande circulação, como os shoppings centers. As ações também são divulgadas por meio de ações de mídia”, conta Sonia.

Segundo orientação da Sabesp, para descartar o óleo de cozinha de maneira segura, é preciso colocá-lo em uma garrafa PET e encaminhar para reciclagem em um ponto de coleta. “O ideal é recorrer à ONGs especializadas na coleta, mas existe ainda a opção de entregar em postos voluntários, como redes de supermercados e outras instituições”, explica a educadora. “O site da Sabesp, http://www.sabesp.com.br/, divulga os parceiros do PROL (Programa de Reciclagem de Óleo de Fritura) na área intitulada Sociedade e Meio Ambiente”.

A reciclagem do óleo visa a produção de tintas, vernizes, biodiesel e massa de vidraceiro. Também pode ser feito o sabão artesanal, com cautela de uso.

Lembre-se de que o Ministério da Saúde recomenda o uso de pequenas quantidades de óleo vegetal para cozinhar. Para manter a saúde em dia, deve-se dar preferência a preparações assadas, cozidas, ensopadas e grelhadas, evitando assim as frituras.
Preservar o meio ambiente é preservar a sua saúde. Faça a sua parte.

Fonte: Nestle

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Saiba como aproveitar alimentos até o talo

De acordo com o IBGE, 39 milhões de quilos de alimentos são desperdiçados todos os dias no Brasil. Além do que estraga naturalmente, talos, cascas e folhas ricos em fibras, que poderiam render pratos nutritivos, são descartados.
Sabendo disso, a ONG Banco de Alimentos desenvolveu receitas para aproveitar todas as partes dos alimentos.
A organização afirma que, por meio de ações contra o desperdício, já evitou que mais de 3.849 toneladas de alimentos fossem transformadas em lixo entre os anos de 1999 e 2009, o que resultou na distribuição de 36 milhões de refeições no período.
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Roulade de berinjela e pesto de folhas

Divulgação
Roulade de beringela e pesto de folhas
Roulade de beringela e pesto de folhas

INGREDIENTES
- Cascas de 4 berinjelas
- ¼ de pote (de 150g) de cream cheese
- 2 tomates secos
- 3 colheres (chá) de azeite
- Manjericão a gosto
- Sal a gosto
- Talos de espinafre a gosto
PREPARO
Descasque a berinjela e tempere as cascas com um pouco de sal e azeite. Grelhe as cascas e corte as aparas. Pique o tomate seco. Enrole a casca de berinjela no recheio de tomate seco e cream cheese. Para o pesto, higienize o manjericão e os talos de espinafre e bata as folhas no liquidificador com o azeite e o sal
RENDIMENTO
20 unidades
TEMPO
30 minutos
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Bolo de casca de mamão

Divulgação
Bolo de casca de mamão
Bolo de casca de mamão

INGREDIENTES
- 2 ovos
- 1 colher (sopa) de fermento em pó
- 2 xícaras (chá) de farinha de trigo
- 2 xícaras (chá) de caldo de casca de mamão (veja modo de preparo)
- 2 xícaras (chá) de açúcar
- Polpa e semente de um mamão
- 2 xícaras (chá) de açúcar, para a geleia
PREPARO
Para o caldo de casca de mamão, descasque a fruta madura e leve as cascas ao fogo em uma panela com água; deixe ferver. Quando esfriar, bata no liquidificador. Reserve. Bata as claras em neve e reserve. Bata as gemas e acrescente açúcar aos poucos. Acrescente duas xícaras do caldo de casca, farinha de trigo e, por último e delicadamente, as claras em neve e o fermento. Leve ao forno (200º C), em uma forma untada, por cerca de 40 minutos
GELEIA
Bata no liquidificador a polpa e as sementes do mamão com uma xícara de água. Adicione o açúcar e leve, em uma panela, ao fogo médio, até apurar. Despeje essa geleia por cima do bolo e sirva com sorvete de creme
TEMPO
1 hora
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Trouxinha colorida de frango

Divulgação
Trouxinha colorida de frango
Trouxinha colorida de frango

INGREDIENTES
Massa
- 2 ovos
- 2 xícaras (chá) de leite
- 2 xícaras (chá) de farinha de trigo
- 1/2 xícara (chá) de óleo
- 1 colher (café) de sal
- 1 folha de brócolis e talos de salsinha para a massa verde, casca de cenoura para a massa laranja e de beterraba cozida para massa rosa
Recheio
- 2 peitos de frango
- 1 pimentão picadinho
- 1 cebola picadinha
- 2 tomates picadinhos
- 10 azeitonas picadas
- 2 colheres (sopa) de extrato de tomate
- 1 lata de ervilha
- 2 ovos cozidos picados
- Sal e pimenta a gosto
PREPARO
Massa
Bata tudo, exceto as cascas, talos e a folha de brócolis, no liquidificador. Separe a massa em três partes iguais e bata com as diferentes cascas para fazer as massas coloridas. Frite em frigideira pequena, como panquecas, formando discos. Reserve
Recheio
Cozinhe os peitos de frango na água com sal e reserve a água do cozimento. Desfie o frango e refogue com pimentão, cebola, tomates, azeitonas e extrato de tomate. Junte uma xícara (chá) de caldo do cozimento do frango. Adicione as ervilhas e os ovos. Tempere com sal e pimenta e mantenha em fogo brando por 3 minutos. Recheie as panquecas, dobre como trouxinha e amarre com cebolinha
RENDIMENTO
20 unidades
TEMPO
30 minutos
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COMO HIGIENIZAR FOLHAS, CASCAS E TALOS
» Retire as partes estragadas
» Lave um por um em água corrente
» Deixe de molho em solução de água com hipoclorito de sódio por 15 minutos ou de acordo com a instrução do rótulo. O hipoclorito pode ser encontrado gratuitamente nos postos de saúde
» Enxágue em água filtrada


Fonte: Folha

Anvisa apreende suplemento composto de catuaba e ginseng

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou a apreensão do suco Composto Nutritivo Energit, após relatório técnico de inspeção da Divisa (Diretoria de Vigilância Sanitária e Ambiental do Estado da Bahia) atestar a adição de catuaba e ginseng na composição do produto, vendido sob a forma de pó para suco.
De acordo com a Anvisa, a catuaba e a fáfia (ginseng) são substâncias farmacologicamente ativas e, portanto, não são permitidas em alimentos. A resolução foi publicada nesta segunda no Diário Oficial da União.
O Composto Nutritivo Energit --mistura para preparo de suco ou vitamina C-- contém fibras e é fabricado pela empresa Luciano de Jesus Santos, em Lauro de Freitas, na Bahia. A resolução entra em vigor hoje (31).


"Atentos sempre pessoal"

Fonte: Folha

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Amaranto

O amaranto auxilia no controle da pressão arterial e também dos níveis de colesterol, é rico em teor de proteína, fonte de cálcio,rica em fibras e também zinco. Possui na sua composição altos níveis de vitaminas A e C.
Como a quinoa, o amaranto foi selecionado pela NASA para alimentar os astronautas devido ao seu alto valor nutritivo, por seu aproveitamento integral, por sua facilidade de cultivo e seu rápido crescimento, mesmo em condições adversas.
Foi descrito pela NASA como uma cultura CELSS (Controlled Ecological Life Support System) ou seja, a planta elimina dióxido de carbono na atmosfera e, ao mesmo tempo, gera alimentos, água e oxigênio para os astronautas. Por isso o amaranto passou a ser cultivado em viagens espaciais desde 1985.
Conhecido como o feijão dos Andes, o amaranto possui aproximadamente 16 % de proteínas, uma percentagem superior aos tradicionais cereais como milho, arroz e trigo. No entanto, a sua importância não reside na quantidade, mas na qualidade da sua proteína que é de alto valor biológico.
O amaranto é comparável ao valor nutricional do leite, tornando-se ideal para crianças e mulheres em fase de gestação e lactação.
O grão amaranto não contem glúten, por isso é um alimento adequado para celíacos.
O amaranto é rico em cálcio, ferro, zinco, magnésio, fósforo e vitamina A e C e possui uma elevada quantidade de fibras.
O amaranto ajuda na redução do colesterol ruim (LDL) no sangue e a manter níveis adequados do colesterol com (HDL).
Pesquisas recentes comprovaram que o Amaranto ajuda na redução do apetite, contribuindo para a perda de peso.


Fonte: Viva Verde

sábado, 4 de dezembro de 2010

Mães colocam bebês de dieta; médicos fazem objeção à prática




Elogiar as dobrinhas daquela criança fofa pode não ser mais adequado. Mães preocupadas demais com obesidade estão regulando a alimentação dos filhos, isto é, colocando bebês de dieta.
O fenômeno é raro, mas está crescendo, de acordo com especialistas. "Já peguei mãe suprimindo totalmente os carboidratos da dieta, o que é um erro. Não pode tirar uma fonte energética, usada no crescimento", diz a pediatra Cristiane Kochi, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.
Mães obesas que levam filhos ao consultório com problemas de crescimento vêm chamando a atenção de Zuleika Halpern, especialista em obesidade infantil e membro da Abeso (entidade para estudo da obesidade).
"Verificamos que elas oferecem alimentos inadequados, como leite desnatado, e em pouca quantidade, por medo de as crianças serem obesas também."
Halpern afirma que, em um dos casos, quem "entregou" o problema foi a avó da criança, já que a mãe não admitia que tinha essa conduta.
"É mais comum que as mães obcecadas com seu próprio peso "torturem" seus bebês na alimentação", diz a médica. Segundo ela, meninas são as maiores vítimas.
TURMA "LIGHT"
Há dois perfis de pais que submetem os bebês a dietas por conta própria, diz o pediatra Mauro Fisberg, especialista em nutrição infantil.
O primeiro é o pai obeso que sofre de culpa e teme que o filho seja gordo também. O segundo é o ortoréxico (com mania de alimentação saudável), que veta carne e doces em favor de produtos light ou naturais. "Fazem da criança um laboratório", diz o médico, que já viu o problema em bebês de oito meses.
Essas restrições podem levar a deficiência de ferro, por falta de carne, desequilíbrio hormonal, por falta de gorduras, e a baixo crescimento, hipoglicemia e alterações no metabolismo, por falta de carboidratos.
A paranoia dos pais tem uma base real. A obesidade infantil está crescendo no mundo todo, Brasil incluído. Dados do IBGE mostram que um terço das crianças de até cinco anos está acima do peso. Essa proporção triplicou desde a década de 70.
MACACÃOZINHO
Nos EUA, onde o problema é mais grave, a obesidade de berço já virou até tema para programa de humor.
O "Saturday Night Live" (que passa aqui no canal Sony da TV por assinatura) fez uma paródia de comercial, na qual o produto era um macacãozinho elástico, para deixar bebês mais esbeltos (tinyurl.com/2bz2jhe).
Fisberg conta que, há alguns anos, o termo "obesidade" deixou de ser usado para bebês nas recomendações mundiais de crescimento infantil. Recentemente, a Organização Mundial de Saúde voltou a incorporar a categoria, dada a gravidade.
Isso não significa que o bebê deva ser colocado de dieta, como se fosse um adulto.
"Se eu tenho uma criança que come compulsivamente, posso limitar o volume de alimento, mas preciso saber o motivo. Mães ansiosas tendem a colocar a criança para mamar no peito com muita frequência." Esse comportamento leva a criança a ignorar os sinais do próprio corpo de que ela está satisfeita.
"O que a gente indica é uma dieta saudável. Damos orientações sobre a quantidade certa, o tipo de preparo e fazemos trocas de alimentos", afirma Cristiane Kochi.


Fonte: Folha

Alimentos de cor laranja trazem longevidade



Coma cenoura. E um pouco da abóbora que sobrou de ontem. Pessoas com altos níveis de alfa-caroteno no sangue --o antioxidante encontrado em frutas e vegetais de cor laranja-- vivem mais e possuem menor probabilidade de morrer de doença cardíaca e câncer do que pessoas com pouca ou nenhuma quantidade de alfa-caroteno no sangue, de acordo com um novo estudo.
O estudo não prova a relação de causa e efeito, apenas uma associação. Mesmo assim, os resultados são intrigantes. Pesquisadores dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças analisaram níveis de alfa-caroteno em amostras de sangue de mais de 15 mil adultos que participaram de um estudo de acompanhamento da terceira Pesquisa Nacional de Exame de Saúde e Nutrição, de 1988 a 1994. Até 2006, os pesquisadores observaram que 3.810 participantes tinham morrido. Os que tinham maiores níveis de alfa-caroteno tiveram maior probabilidade de terem sobrevivido, mesmo depois que os cientistas controlaram variáveis como idade e tabagismo.
As pessoas com maior concentração do antioxidante tinham quase 40% menos probabilidade de terem morrido do que as com concentração menor de alfa-caroteno. Os indivíduos com níveis intermediários tinham probabilidade 27% menor de terem morrido do que aqueles com concentração menor de alfa-caroteno.
"É muito impressionante", disse o epidemiologista Chaoyang Li, principal autor do estudo, que foi publicado online no dia 22 de novembro no "Archives of Internal Medicine".

Fonte: Folha

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Quilinhos a mais aumentam risco de morte, diz estudo

Uma revisão de estudos envolvendo 1,5 milhão de pessoas trouxe más notícias para quem tem pneuzinhos a mais, ainda que sejam poucos.
Apesar de muitas pesquisas ligarem a obesidade a problemas cardíacos, diabetes e câncer, o sobrepeso não tinha esse tipo de associação.
Uma pesquisa do Instituto Nacional de Câncer americano pode mudar essa percepção do gordinho saudável.
Segundo o estudo, publicado ontem no "New England Journal of Medicine", o intervalo mais seguro do índice de massa corporal é de 22,5 a 24,9.
O número é calculado dividindo o peso em quilos pela altura ao quadrado, em metros. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, um resultado de 25 a 30 significa sobrepeso e mais de 30 é obesidade.
"Há um pequeno aumento no risco de morte associado ao sobrepeso, cerca de 10% na comparação com quem tem peso normal", afirmou Amy Berrington, líder do estudo, que acompanhou pessoas por períodos de cinco a 28 anos.
Pessoas com obesidade mórbida (IMC maior do que 40) têm um risco duas vezes e meia maior de morrer do que outras com peso normal e da mesma idade.
Os magros demais também não escapam. Pessoas com índice de massa menor do que 20 tiveram mortalidade maior do que as de peso normal.

Fonte: Folha

Pesquisa contesta papel do ômega 3 na proteção cardíaca





Estudo feito por grupo de universidades francesas, entre elas a Sorbonne, colocou em xeque a eficácia do suplemento de ômega 3 contra problemas cardiovasculares.
Os resultados, publicados no "British Medical Journal", basearam-se no acompanhamento, por quatro anos e meio, de 2.501 pacientes que tiveram alguma doença cardíaca ou derrame cerebral nos últimos 12 meses.
Os participantes foram divididos em quatro grupos: um tomou diariamente o suplemento de ômega 3, outro consumiu vitamina B, um terceiro recebeu ambos e o último só tomou placebo.
O ômega 3 aumentou a concentração de gorduras "boas" no sangue dos pacientes, mas não diminuiu problemas vasculares como infarto e derrame.
O mesmo foi observado no consumo de vitamina B, que, embora tenha diminuído a presença de homocisteína (aminocácido que pode causar entupimento das artérias), não alterou a ocorrência de problemas vasculares.



Editoria de Arte / Folhapress/Editoria de Arte / Folhapress
NATURAL, MELHOR
Luiz Antonio Machado César, da Sociedade de Cardiologia de São Paulo, diz que não há consenso sobre benefícios do suplemento de ômega 3 no meio médico. "Ele reduz o índice de triglicérides e impede que plaquetas formem coágulos, mas nunca houve unanimidade quanto à sua forma em suplemento."
O cardiologista diz que o consumo diário do composto de ômega 3 não faz parte das recomendações médicas, exatamente por faltarem provas dos benefícios.
Raul Dias dos Santos, cardiologista do InCor, contesta as quantidades de ômega 3 (600 miligramas) utilizadas no estudo: "São mais baixas do que as empregadas em outras pesquisas que mostraram a eficácia", diz.
Segundo ele, esses primeiros estudos datam da década de 1980, quando se observou baixo índice de doenças cardiovasculares em esquimós, que se alimentavam de peixes ricos no nutriente.
A partir da década de 90, muitos produtos como leite, manteiga, ovos e queijos passaram a ser vendidos com enriquecimento de ômega 3.
"É uma troca isocalórica", explica Marcus Bolívar Malachias, presidente do departamento de hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia: "A gordura saturada desses alimentos é substituída por ômega 3, saudável".
O consumo de alimentos que contêm a substância, como peixes de água fria e vegetais, pode ser mais eficiente do que a ingestão da suplementação, afirma o médico.



Fonte: Folha

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Acordo com a indústria reduz gordura dos panetones





Um dos itens presentes na ceia do Natal, o panetone, está mais saudável. Os fabricantes do produto reduziram a quantidade de gordura trans em 2%, segundo levantamento do Ministério da Saúde.
O limite foi baseado em recomendação da OMS (Organização Mundial da Saúde) e firmado em acordo entre a Abia (Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação) e o ministério.
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, destaca a importância e os próximos passos da iniciativa que busca melhorar a alimentação dos brasileiros.
"Temos ainda dois problemas a avançar: primeiro, a área de margarina, foi a área que avançou menos e, de outro, lado o resto do mercado de produtores. Nós vamos ter que fazer um grande esforço agora para que a oferta de matéria prima para esse pequeno produtor já venha em condições adequadas", disse.
O ministro acrescenta que a organização estabeleceu o limite 5% de gordura trans do total de gorduras nos alimentos industrializados e 2% do total de gorduras em óleos e margarinas, panetones, pratos prontos, biscoitos, bolos e cremes vegetais.
Segundo Temporão, o próximo desafio é reduzir o uso de sal nos produtos alimentícios.
"Nós já entregamos à Abia um documento técnico com algumas metas de redução entre 15% e 50% do teor do sal nos alimentos. Vai haver a partir de agora todo o desenvolvimento de um trabalho técnico, que é um estabelecimento de metas para que esse trabalho continue avançando", declarou.

Fonte: Folha

Crescem internações por transtornos alimentares nos EUA




Um levantamento mostra alta acentuada das internações de crianças por transtornos alimentares. Entre crianças com menos de 12 anos que têm o problema, as hospitalizações cresceram 119% entre 1999 e 2006, de acordo com dados do governo americano incluídos em um relatório da Academia Americana de Pediatria.
Em geral, as internações por problemas alimentares aumentaram 15% no mesmo período. O maior aumento foi mesmo entre os pacientes mais jovens.
A academia de pediatria recomenda que os médicos fiquem atentos para os transtornos alimentares e recomendem tratamento especializado para as crianças doentes. Os médicos podem ajudar na prevenção dando orientações sobre nutrição e exercícios e evitando pressões excessivas sobre peso e dietas.


Fonte: F. São Paulo

"Com relação a orientações nutricionais e exercícios físicos, há profissionais capacitados para cada função, sabemos disso. Mas, o importante tanto na prevenção quanto no tratamento, é também o trabalho de uma equipe interdisciplinar para lidar com o assunto/situação, que é tão complexo."